segunda-feira, 27 de setembro de 2010

ELOGIO DE OBAMA MOSTRA QUE MOÇAMBIQUE ESTÁ A AVANÇAR

Maputo, 24 Set (AIM) – O Presidente da República, Armando Guebuza, disse que o reconhecimento do seu homólogo norte-americano em relação a abrangência das políticas de Moçambique na erradicação da pobreza demonstra que o país está a crescer.

Falando quinta-feira em Nova Iorque, o presidente norte-americano, Barack Obama, considerou Moçambique como um dos poucos países africanos com uma política económica com uma base alargada que os permite dar passos largos na erradicação da pobreza, incluindo a realização dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM).

Obama elogiou um grupo de países, que tambem inclui o Malawi, Etiópia e Tanzânia, quando discursava durante a cimeira das Nações Unidas sobre os ODM, um evento no qual Moçambique fez-se representar pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Odelmiro Baloi.

O estadista norte-americano vincou que, no meio de inúmeros problemas globais, estes países africanos adoptaram políticas de crescimento económico assentes numa base alargada que os coloca na marcha acelerada rumo à erradicação da pobreza.

Reagindo a esses elogios, o estadista moçambicano disse hoje em Maputo que essas declarações “mostram claramente que o país está a avançar rapidamente”, apesar dos problemas existentes e que são típicos do processo de desenvolvimento.

A título de exemplo, Guebuza apontou o caso da cidade de Maputo, que nos últimos anos tem estado a registar um crescimento significativo, particularmente na área de construção de infra-estruturas e com impacto na oferta de emprego.

Segundo o Presidente moçambicano, este crescimento não é exclusivo a cidade de Maputo, uma vez que as outras províncias do país estão a avançar e as declarações de Barack Obama mostram que os Estados Unidos da América (EUA) têm estado a acompanhar esses progressos.

O EUA é um dos grandes parceiros de cooperação de Moçambique, com projectos em diversos sectores, incluindo o de recursos minerais e na agricultura.

Na área dos recursos minerais destaca-se a presença no país da companhia Anadarko, que em Agosto passado, descobriu a existência de petróleo na Bacia do Rovuma, norte de Moçambique, estando agora a fazer pesquisas adicionais para apurar se as quantidades deste recurso justificam uma exploração comercial.

No ramo da agricultura, Guebuza falou da existência de um investidor americano com um projecto de produção de soja para o fabrico de ração animal. Com este projecto, Moçambique poderá ser auto-suficiente carne de frango, por exemplo, e, eventualmente passar a exportar este produto alimentar para outros países.

“Isto mostra que o país está a avançar, apesar do cepticismo existente. E todos nós devemos apoiar esses esforços de desenvolvimento do país”, frisou o estadista moçambicano.
(AIM)
MM/SG

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Sorry, Mr. President!

“Nós somos a favor de uma punição severa a todos os barões de droga, mas não somos irresponsáveis para aplaudir uma irresponsabilidade de sentenciar pessoas que nunca foram julgadas, nunca foram ouvidas, nunca os seus respectivos governos foram convidados a colaborar na investigação. Jamais, faremos isso.

Aliás, anualmente, o próprio Departamento de Tesouro americano retira da lista dos barões de droga vários cidadãos estrangeiros, que lá constavam por erro dos próprios investigadores americano.
Em 2008, foram retirados da lista de barões de droga 141 nomes de individualidades estrangeiras. Em 2009, foram retirados 60 nomes, de acordo com o site:www.treas.gov/offices/enforcment/ofac/actions ou www.treas.gov/offices/enforcementlofac/reports/narco.

Quer dizer, elabora-se uma lista de indivíduos estrangeiros a quem se apelida de barõe de droga, seguindo critérios estritamente americanos. Os mencionados ficam arruinados na sua reputação, os seus negócios vão todos à falência. Eles reagem, escrevendo ao Tesouro americano a solicitar evidências. Depois de muita troca de correspondência, que pode levar anos, as autoridades americanas chegam à conclusão de que não possuem evidências e que o nome da pessoa foi lá metido por erro de investigação e...acabou-se!!
Sorry,Mr.President,butyouseemverywrong” Editorial do Magazine Independente de 09.06.2010

Ps. O Moyana traduziu, a letra, aquelas que eram as minhas principais ideias:
1. Sou pela punição severa de todos barões da droga.
2. No entanto, não se pode cometer a irresponsabilidade de acusar pessoas sem mostrar as provas ou dar-lhe oportunidade para se defenderem.
3. Os EUA trataram este caso duma forma leviana.
4. Se provarem que o nome do Bachir foi erradamente colocado nessa lista, ninguém irá indemnizá-lo pelos danos causados a sua imagem e aos seus negócios.
5. Os nossos analistas esqueceram-se do artigo 51 da Constituição da República que estabelece que "os arguidos gozam de presunção de inocência até decisão judicial definitiva".

segunda-feira, 7 de junho de 2010

QUESTIONANDO A EXISTÊNCIA DE CAMPOS DE TREINO DA AL-QAEDA EM MOÇAMBIQUE

Por Gustavo Mavie

Maputo, 06 Jun (AIM) – Quando li a notícia veiculada em primeira mão
pelo dominical sul-africano “Sunday Times”, sobre a existência de
campos de treino da al-Qaeda em Tete e Nampula, a minha experiência
jornalística impeliu-me a suspeitar que poderia tratar-se de mais uma
notícia forjada, com a única intenção de prejudicar a imagem de um
país que alguém não gosta.

Agora, na posse de mais factos, estou cada vez mais convencido que a
referida notícia é forjada e que visa matar com uma só cajadada, dois
coelhos.

A meu ver, um dos coelhos é associar o nosso país com a grande festa
do futebol mundial que, actualmente, prende a atenção de milhões no
mundo inteiro e assim afectar a boa imagem que o nosso Moçambique
desfruta além fronteiras, por ser um dos poucos que conseguiu se
reerguer do profundo abismo da guerra de desestabilização que havia
sido atirado pelos seus inimigos.


Aliás, não faz sentido que uma Agência de Inteligência de um país que
está à caça da al-Qaeda usando todos os meios existentes no mundo – no
caso vertente EUA – descubra dois campos de treino desta organização,
e não tome medidas para a sua destruição ou eliminação física dos
treinadores e seus formandos, limitando-se apenas à divulgação de uma
notícia sobre a sua alegada descoberta.

.

Assim, pode-se concluir que pelo carácter imperativo com que os EUA se
têm empenhado para eliminar a al-Qaeda no Planeta, se tivesse
detectado a presença de seus campos de treino no nosso país, o
Presidente norte americano Barak Obama teria contactado imediatamente
o seu homólogo moçambicano, Armando Guebuza, para ter dele “luz verde”
para aniquilar qualquer ameaça do Mundial de Futebol, onde estarão
presentes jogadores e adeptos do mundo inteiro e não apenas de África.

Mas pelo que nos deu a conhecer o nosso Presidente, ele desconhece a
existência dos alegados campos, daí que duvida mesmo dessa descoberta.



O que se pretende com este tipo de notícias, é apagar esta boa imagem
fruto dos nossos esforços para resgatar a paz, nosso empenho na
reconciliação e reconstrução do nosso país.


Assim dito, se a NEFA tivesse detectado os referidos campos em
Moçambique, ela própria e o governo de Washington teriam informado
imediatamente as autoridades moçambicanas e sul-africanas, bem como a
FIFA e a Polícia Internacional (Interpol).

Mas pelo que foi dito pelos governos dos dois países, não se fez nada disso.

Associando os factos, e em função da lógica da segurança mundial,
sinto-me impelido a dizer que essa Fundação norte-americana não
detectou nenhum campo de treino da al-Qaeda em Moçambique, e que se
houver algum ataque terrorista contra o Mundial, certamente que não
terá nada a ver com pessoas treinadas no nosso país.

.....E A FALTA DE EVIDÊNCIAS À ACUSAÇÃO DE OBAMA CONTRA BACHIR E O SEU GRUPO MBS

Outra revelação eivada de um cariz infundado, ou pelo menos que não se
apoia em evidências credíveis, é a acusação que os EUA fazem contra o
empresário moçambicano Mohamad Bachir Sulemane, cujas iniciais MBS dão
nome ao conglomerado dos seus negócios.

Para mim, esta acusação peca por não se valer de provas, o que evoca
aquilo que os EUA fizeram contra o agora enforcado Saddam Hussein, a
quem acusaram então de ser um barão de armas de destruição em massa.

A semelhança de Saddam Hussein, Washington limita-se a acusar o
empresário moçambicano de ser um barão de droga, uma acusação que
carece de provas, do mesmo modo que nunca apresentaram provas contra o
líder iraquiano.



Para o seu bem, aconselho Obama a não acreditar cegamente nos
relatórios que lhe são enviados pelos seus agentes diplomáticos em
Maputo, porque alguns deles já provaram que têm muita dose de
“Jetismo”, e que passam o seu tempo a forjar relatórios que não
reflectem a realidade.

Caso não apresente provas, será visto como tendo metido o pé na mesma poça em
que meteu o seu antecessor, por ter acusado Saddam Hussein de possuir
armas de destruição em massa, e daí desencadear uma terrível que
acabou matando muitos iraquianos também inocentes, antes de orquestrar
um julgamento fictício que o condenou a um enforcamento televisionado
por um crime que os próprios EUA viriam a reconhecer mais tarde que
não tinha cometido.
(AIM)

Ps. Espero que aqueles compatritas que andam a defender o ocidente em detrimento do seu próprio pais, muitos deles trabalhando em instituições ligadas ao ocidente e outros estudando no ocidente, e de la lançam farpas para seu próprio pais, venham ripostar este artigo com argumentos convincentes.

GOVERNO ESTÁ A INVESTIGAR O CASO BACHIR

Se a PGR, MINE e o José Pacheco disseram que nunca tinham sido comunicados, então urge perguntar: que pessoas importantes do governo foram comunicadas sobre as acusações contra Bachir?
Não será uma fuga para frente do Bradford?

GOVERNO ESTÁ INVESTIGAR CASO BACHIR
Enviada:4 de Jun, 2010

Maputo, 04 JUN (AIM) – O Governo moçambicano diz estar a trabalhar no sentido de esclarecer o caso do empresário Mohamed Bachir Suleman, que esta semana foi apontado pelos Estados Unidos da América (EUA) como barão da droga estrangeiro.

“Os órgãos estão a trabalhar para podermos esclarecer este caso em tempo útil”, disse hoje, em Maputo, o Ministro moçambicano do Interior, José Pacheco, quando solicitado pela imprensa para reagir este caso.

O nome do empresário moçambicano foi colocado na lista dos barões de droga na passada Terça-feira pelos EUA que também impuseram sanções que, entre outras, implicam o congelamento dos seus bens em território norte-americano.

Igualmente, os EUA proibiram as instituições e cidadãos norte-americanos de manter qualquer contacto com Bachir, presidente do Grupo MBS.

No seu contacto com a imprensa, o Ministro do Interior disse que o Governo moçambicano nunca foi notificado pelas autoridades norte-americanas para poder colaborar sobre este caso.

Por outro lado, Pacheco disse que, ao nível do país, Mohamed Bachir tem uma ficha criminal limpa.

“É uma preocupação que este caso seja esclarecido o mais rápido possível”, garantiu o governante.

Ainda hoje, fonte da Procuradoria-geral da República (PGR) foi citada afirmando ser cedo demais para se pronunciar em relação às acusações do Governo norte-americano.

Contudo, segundo fonte da PGR citada pelo matutino “Noticias”, caso o trabalho em curso de recolha de dados esteja concluído, Mohamed Bachir Suleman será notificado a fim de prestar declarações.

Ainda nesta Sexta-feira, o vice-Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Henrique Banze, disse que o assunto sobre Bachir Seleman estava a seguir os trâmites legais e que o Governo está disposto a colaborar (com as autoridades norte-americanas) no que for necessário.
(AIM)

quarta-feira, 14 de abril de 2010

DA RENAMO, MDM E PDD

MEMBROS DISSIDENTES CRIAM PAHUMO

O Partido Humanitário de Moçambique (PAHUMO), uma nova congregação política da
oposição, cujo projecto de criação provém de um grupo de políticos dissidentes da RENAMO, MDM e PDD, assume-se como uma força de pressão permanente do governo para a causa da repartição justa da riqueza no país, por forma a acabar com os desníveis sociais, que se caracterizam pela existência de ricos e pobres absolutos. Cornélio Quivela, presidente da Comissão Instaladora do PAHUMO, disse ontem, na cidade de Nampula, no decurso do anúncio público do projecto da criação daquele partido, que queremos promover um maior dinamismo político no país, através de denúncia das irregularidades do governo. Para o efeito, prometemos ser um partido permanente, cuja acção não termina com os pleitos eleitorais, como tem estado a acontecer, pois que seremos uma força de pressão actuante. Segundo Quivela, tudo está sendo feito para que, até meados do ano em curso, o partido esteja legalizado. Já remetemos ao Ministério de Justiça o expediente relativo à legalização do Partido e esperamos que a burocracia não emperre o processo porque a ansiedade das comunidades de ver o PAHUMO formalizado é grande - referiu.
De ideologia centro-direita, o PAHUMO foi criado por um grupo de políticos que militavam na RENAMO, MDM e PDD. Exemplo disso é Cornélio Quivela, que até há bem pouco tempo foi deputado da RENAMO, depois de ter ocupado, por vários anos, o cargo de delegado político provincial do mencionado partido na província de Cabo Delgado, Eduardo Pintane, José Henrique Lopes, Filomena Mutoropa, do PDD e MDM, respectivamente.
A eleição dos dirigentes do partido, concretamente o presidente, secretário-geral
e outros, vai acontecer antes do final do ano, data em que se espera que o partido esteja já legalizado.
Quivela desmentiu que o já falecido Issufo Quitine, então chefe da bancada da RENAMO na Assembleia da Republica na Quinta legislatura, fazia parte do projecto de criação do PAHUMO.
Em termos de inserção, apuramos que só em Nampula o PAHUMO conta com 25 mil membros e outros 19 mil em Cabo Delgado.

Wamphula Fax Quarta-feira, 14 de Abril de 2010

NOTAS.
1. Assim vai a nossa oposição, criando oposição da oposição.
2. Espanta-me que o MDM, partido com pouco tempo de existência, já tenha dissidentes.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Doadores substituem a oposição

Caros Leitores,
para comentários, passo a apresentar o texto da minha amiga e analista Rossana Fernando.
Ela faz uma análise muito crítica relativamente ao papel dos doadores em Moçambique, em particular o G19.

Sem mais, apresento o texto na íntegra.

"Moçambique conta de há uns tempos para cá com um novo partido político: Doadores de Moçambique, ou DM, se os órgãos competentes aceitarem que a sigla não conflitua com a do Diário de Moçambique. Mas por aquilo que nos deu a entender já, o DM vai exigir flexibilidade da lei moçambicana para manter a sua sigla porque lhe dá a necessária paternidade do MDM. O protagonismo político do DM é tão forte e visível que nem essa coisa de Direito Moçambicano ou de Direito internacional respeita quando se trata de defender o seu filho ou enteado se a paternidade que a Renamo Um reclama. A sociedade civil que registava algum crescimento no debate patriótico e inclusivo corre o risco de ser ofuscado pela aliança DM-MDM.
Quem está satisfeito com a ingerência externa já se manifestou na imprensa o MDM através do mano do Daviz, o Lutero Simango, indicado, não eleito, como se diz por ai, membro da Comissão Política do MDM, pouco antes da realização da sessão do partido da sua família, pelo menos assim disse o Jornal Zambeze. Mas ele confirmava o que ja era conhecido: seu irmão quando fundou o partido fez a sua primeira digressão não pelas províncias mas pela Europa para apropriar-se das bases que outrora tinham sido da Renamo e pedir autorização para resgatar as células partidárias da Renamo nas embaixadas em Moçambique. Quem esteve em Chiúre com Daviz Simango para a abertura da sua campanha eleitoral no dia 13 de Setembro de 2009? Julian Mpiri, do Movement for Democratic Change, de Morgan Tsivangirai, do Zimbabwe, MDC, não será outro filho do MD? As siglas não são aparências por isso não iludem nem são coincidências inócuas!
Importa salientar que para reforçar a veia familiar, o Lutero foi indicado coordenador da Bancada do MDM. A isso não está alheio o fato do MDM poder formar bancada e o irmão mais velho do Presidente ter acesso as regalias que a Assembleia da Republica confere aos chefes da bancada, nomeadamente: mercede benz protocolar, motorista, ajudante de campo, residência, subsidio de representação, etc.
Muito antes da AR se iniciar o DM já exigia que o Governo se comprometesse a mudar o regimento .... da AR!!! Mas o DM não parou por ai: disse que era preciso o governo instruir a AR a rever a lei eleitoral, coisa que foi sempre feita pela AR, desde as primeiras eleições multipartidárias: recordou-os o Presidente Guebuza quando conferiu posse aos deputados. Repetiu-o a Presidente da Assembleia da Republica Verónica Macamo.
Ha mais coisas interessantes: alguns membros do DM foram incontestáveis simpatizantes da Renamo antes de formarem o seu MD e antes de Dhlakama ser metido na garrafa pela Mutiyana de Nampula. Hoje vemos que alguns membros do MDM também foram membros da Renamo antes de o DM dar parto ao MDM. São metamorfoses interessantes, ou não são?
Quando ouvi falar dos encontros entre MD e o Governo lembrei-me das cimeiras Chissano-Dhlakama do ano 2000. Ontem como hoje a mensagem era a mesma: o povo que votou não sabe nada, enganou-se. Nos podemos re-arrumar tudo aqui nesta sala.
Alguns dos que integram o DM nem sequer atingiram estatuto de embaixador, outros estão na sua primeira missão em Moçambique, outros estão lá por solidariedade porque em cafés não parecem partilhar do que DM defende. Quanto tempo levou os EUA para apagar o infame Denis Jet? Quanto tempo levara agora a aparar a imagem do Tod Chapman? Quanto tempo a Finlandia vai precisar mudar a imagem que o seu Embaixador criou ao liderar o DM?
O DM, mostrando a sua veia paternalista em relação ao MDM, entrou em rota de colisão com o grupo de embaixadores que defendiam que as eleições foram justas, livres e transparente. Essa colisão foi mais visível aquando da publicação do relatório da missão dos observadores da União Europeia. Os observadores foram obrigados a refazer o relatório inicial para poder acomodar as pretensões do DM.
Estamos gratos pelo apoio que os parceiros, e não o DM, nos prestam. Continuem a ir em massa para a Beira para as sessões de solidaridade e de concertação entre DM e MDM e ate levem para la os vossos dignatarios. Isso não é problema. Mas para nos ficou a lição de que afinal podem-nos humilhar em publico e violarem tudo o que o que são regras de relacionamento entre Estados e nome dessa aliança DM-MDM.

Nós eleitoras e leitores Moçambicanos recordamos que o DM não tem direito a voto, votam os Moçambicanos e o MDM não deve brincar com aqueles como nós que ainda defendemos que o voto é secreto. Pena que as nossas obrigações da vida não nos permitam estar no grande Maputo para falar mais alto, pena que aqui onde as comunicações e o desenvolvimento ainda têm grandes desafios, esta mensagem de partidos ofuscados por DM´s não chegue a tempo de se fazer a justiça do voto no momento oportuno. Mas saibam que estando nós em Nhamatanda ou Gorongosa, em Ruanda ou na Mongólia, estamos atentos." Rossana Fernando

quinta-feira, 25 de março de 2010

FACEBOOK: ASSUSTADOR

Repasso conforme recebi, é realmente aterrador.

repassando . . .
É por esta e outras que não me associo ao Orkut, ao Facebook, ao Hi5. Na internet cada dia se prova mais, que o mau uso dela pode causar muitos danos.Todo cuidado é pouco! Repasso o artigo do jornal espanhol porque é de grande utilidade. É fácl de entender. Ninguém tem nada perder ( nem tempo!) lendo o artigo abaixo.
Por estas e outras, é que ninguém deve dar informação verdadeira, nem nomes, idades, locais, fotos , etc, nem os endereços nos sites como Facebook, Hi5, Myspace, Orkut, Sonico, Twitter, etc.


FACEBOOK: assustador

Verdade sobre o Facebook:
Se possível leiam, mas pelo menos não deixem de ver o filme. Está em castelhano, mas percebe-se bem. E sobretudo, mandem aos vossos contactos.
Vejam só o que são as redes, ditas "sociais"...

Vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=xzTgIdNW6lg
LASTIMOSAMENTE LAS COSAS BUENAS QUE UNOS HACEN, OTROS LA APROVECHAN
PARA HACER EL MAL....

Esta semana en la televisión hubo reportaje todos los días con Joaquín López Dóriga (periodista mexicano) sobre Facebook, Hi5, Myspace, Orkut, Sonico, Twitter, etc y lo peligroso que son. Viene un reportaje diario en el periódico MILENIO, sobre como los secuestradores tienen como fuente de información directa y confiable los blogs, el Facebook y el Hi5.

Entrevistaron a unos secuestradores y dicen que entran a la red y ven los ROSTROS, la casa, los carros, las fotos de viaje y saben el nivel social y económico que tienen quienes ahí aparecen. Ya en televisión uno de ellos había declarado que antes batallaban mucho para reconocer a los candidatos a secuestros, pero que ahora con el Facebook y la información que ponemos voluntariamente en la red, ya no se confunden ni tienen que investigar en donde viven o en qué escuela estudian y a donde viajan y quiénes son sus papas, hermanos y amigos.. Eso pasó con Alejandro Martí (joven mexicano muerto por sus secuestradores) que de todo ponía. La familia acaba de cerrar
su blog después de darse cuenta de la cantidad de información potencialmente peligrosa que el joven había puesto ahí con alegría y sin sospechar que estaba armando a quienes lo mataron. Protejan a sus hijos y protéjanse ustedes; ya no pongan información peligrosa en la red.

LA VERDAD SOBRE 'FACEBOOK'

Facebook está vendiendo la información de sus usuarios al mejor postor. Cito textualmente: 'Lo que muchos usuarios no saben es que de acuerdo a las condiciones del contrato que virtualmente asumen al hacer clic en el cuadro 'acepto', los usuarios le otorgan a Facebook la propiedad exclusiva y perpetua de toda la información e imágenes que publican.'
De hecho, resalta el experto, los afiliados 'automáticamente autorizan a Facebook el uso perpetuo y transferible, junto con los derechos de distribución o despliegue público de todo lo que cuelgan en su página Web.'
Los términos de uso le reserva a Facebook el derecho a conceder y sub-licenciar todo 'el contenido del usuario' a otros negocios.
Sin su consentimiento, a muchos usuarios les convirtieron sus fotografías en publicidad, transformando un comercio privado en endosos públicos.
De repente todo lo que sus afiliados publicaron, incluyendo sus fotografías personales, su inclinación política, el estado de sus relaciones afectivas, intereses individuales y hasta la dirección de la casa, se envió sin su autorización expresa a millares de usuarios.

Hay que creerle a Mr. Melber cuando asegura que muchos empleadores gringos al evaluar hojas de vida revisan Facebook para conocer
intimidades de los solicitantes. La prueba que una página en Facebook no es para nada privada se evidenció en un sonado caso donde la Universidad John Brown expulsó a un estudiante cuando descubrió una foto que colgó en Facebook vestido de travesti Otra evidencia sucedió cuando un agente del Servicio Secreto visitó en la Universidad de Oklahoma al estudiante de segundo año Saúl Martínez por un comentario que publicó en contra del presidente.. Y para colmo de males, el asunto no termina si el usuario se decide retirar. Aun cuando los usuarios cancelan la membrecía, sus fotos e información permanecen abordo, según Facebook: "por si deciden reactivar su cuenta" Es más, el usuario no es retirado inclusive cuando fallece. De acuerdo a las 'condiciones de uso,' los dolientes no pueden obligar que Facebook descuelgue los datos e imágenes de sus deudos, ya que cuando el finado aceptó el contrato virtual le otorgó a Facebook el derecho de 'mantenerlo activo bajo un status especial de conmemoración por un período de tiempo determinado por nosotros para permitir que otros usuarios puedan publicar y observar comentarios sobre el difunto.'

Sepan los usuarios de Facebook que son partícipes indefensos de un escenario, que los académicos califican como el caso de espionaje más grande en la historia de la humanidad. De paso,se convierten de manera inconsciente en los precursores del fenómeno de "Big Brother is watching you", alusión directa a la intromisión abusiva del estado en los asuntos
privados del ciudadano común para controlar su comportamiento social, tema de una novela profundamente premonitoria escrita en 1932 por el británico Aldous Huxley: 'Un Mundo Feliz' (Brave New World).


Protejam-se,

Nuno Amorim